Tempos atrás, caminhava em um deserto árido.
E atravessava montanhas de sonhos desfeitos
e tempestades de areia.
Vislumbrava lindos castelos que se iam com a força do vento.
Por escolha ou por negligência ou atos de outros
via-me cada vez em desertos.
O oásis estava distante e, se surgia, não passava de miragem.
Ansiava por chuva para me desfazer da poeira
para lavar a alma ressequida e sedenta de vida.
O olhar procurava a planta, a flor, a natureza, a vida nem que fosse na muda ou na semente.
A caminhada em areias escaldantes já estava cansativa demais...
O sol aparecia todo dia, indiferente ao meu cansaço.
E então, sem nem perceber direito de onde veio, lampejos deesperança
na forma de trovão, relâmpagos começaram a dançar no deserto de cores descoloridas
A primeira reação foi me virar e, apesar de árida, permanecer na paisagem conhecida.
Mas o vento fazia grãos infinitos de areia machucarem os olhos.
Era preciso dar as costas ao vento para continuar enxergando
e seguir rumo ao horizonte...
E foi bem aí, nessa decisão levada pelo instinto da sobrevivência
que peguei na mão da VIDA...
E hoje, de mãos dadas com ela, enfrento o deserto com a água da esperança dentro de mim,
lavo as lembranças secas, o sofrimento árido...
A chuva sempre aparece, a poeira ainda está lá em algum canto
e o sol também...
sábado, 10 de setembro de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Ipês no inverno
Quando o inverso apaga as cores da cidade e da vida
e o som do vento é ouvido nas noites frias e úmidas de neblina.
Algo começa a se desenhar em silêncio...
As primeiras folhas caem e o céu fica mais alto, mais claro, mais frio, intuindo a vida que recomeça no seu ciclo infindável...
Primeiro o rosa no tronco sem folha,
o amarelo traz a esperança mais concreta
e a vida explode no branco, exuberante e fascinante.
Impossível não contemplar e admirar.
(Penso que o Criador preparou a exuberância dos ipês para mostrar que, apesar do inverno, há sempre uma primavera nascendo... Sempre há esperança...)
e o som do vento é ouvido nas noites frias e úmidas de neblina.
Algo começa a se desenhar em silêncio...
As primeiras folhas caem e o céu fica mais alto, mais claro, mais frio, intuindo a vida que recomeça no seu ciclo infindável...
Primeiro o rosa no tronco sem folha,
o amarelo traz a esperança mais concreta
e a vida explode no branco, exuberante e fascinante.
Impossível não contemplar e admirar.
(Penso que o Criador preparou a exuberância dos ipês para mostrar que, apesar do inverno, há sempre uma primavera nascendo... Sempre há esperança...)
sábado, 20 de agosto de 2011
Telas coloridas
Sabe aqueles dias que a gente abre a janela e vê a vida sem cor?
Que a gente constata que o vento da mágoa, da tristeza, da apatia já percorreu e varreu todos os cantinhos da vida, vasculhou cada recanto do que um dia foi cor e deixou marcas invisíveis e doídas em cada fresta?E ainda assim, a esperança visita todo dia?
Foi num dia como esse que abri a janela...
O vento tinha soprado muito durante a noite.
Ao abrir a janela a vida estava sem cor, sem som. Mas havia a brisa reiventando vida.
Todo encanto de antes estava cinza... Ausência de dor, mas sem a cor da alegria.
Ao fixar o olhar num horizonte imaginado, percebi primeiros tons e leves matizes
A paisagem ensaiava mudanças...
As cores pintavam cenários já visitados
A cor se pintou na expectativa da nova vida, esperada, amada e desejada...
E o dia pintou parte de sua tela... planos emocionados e comentários balbuciados em vozes de bebê.
Os pequenos pássaros saudavam as cores revisitadas...
E outro dia, ao abrir a mesma janela, surpresa gerando emoção.
A tela estava toda colorida... Outra vida visitando o dia.
O colorido mais vivo se fazendo presente na janela da vida, aberta para o mundo.
Colorido real, pintado por duas vidas que gestam em solos amados...
Duas telas coloridas para encher de cores a janela da alma.
Que a gente constata que o vento da mágoa, da tristeza, da apatia já percorreu e varreu todos os cantinhos da vida, vasculhou cada recanto do que um dia foi cor e deixou marcas invisíveis e doídas em cada fresta?E ainda assim, a esperança visita todo dia?
Foi num dia como esse que abri a janela...
O vento tinha soprado muito durante a noite.
Ao abrir a janela a vida estava sem cor, sem som. Mas havia a brisa reiventando vida.
Todo encanto de antes estava cinza... Ausência de dor, mas sem a cor da alegria.
Ao fixar o olhar num horizonte imaginado, percebi primeiros tons e leves matizes
A paisagem ensaiava mudanças...
As cores pintavam cenários já visitados
A cor se pintou na expectativa da nova vida, esperada, amada e desejada...
E o dia pintou parte de sua tela... planos emocionados e comentários balbuciados em vozes de bebê.
Os pequenos pássaros saudavam as cores revisitadas...
E outro dia, ao abrir a mesma janela, surpresa gerando emoção.
A tela estava toda colorida... Outra vida visitando o dia.
O colorido mais vivo se fazendo presente na janela da vida, aberta para o mundo.
Colorido real, pintado por duas vidas que gestam em solos amados...
Duas telas coloridas para encher de cores a janela da alma.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Café sem açúcar
O café quente tinha açúcar
e dava um gosto especial no leite frio da tarde,
tomado aos goles rápidos pra não perder a brincadeira.
Por vezes, depois, quis repetir
na tentativa de reviver o gosto do leite com o café pingado
e, ao mesmo tempo, reviver aquelas tarde de Londrina.
Tão alienada que era, acreditava, numa certeza inabalável, na vida sem frustração
ou e, principalmente, sem perdas.
Hoje tentei mais uma vez
o café quente no leite frio
e, enquanto o paladar se ajustava ao café sem açúcar
percebi, que pelo apego, saudosismo, ou o nome que se queira dar,
o que mais marcou no leite frio com o café doce
era a prosa solta, o toque, o riso com a marca simpática da infância...
Hoje, sem prosa e sem toque e sem fala e sem riso
engulo o leite frio com o café sem açúcar
e volto o olhar pra dentro de mim.
******
Saudosista?
Apegada?
Talvez...
Machucada com certeza...
e dava um gosto especial no leite frio da tarde,
tomado aos goles rápidos pra não perder a brincadeira.
Por vezes, depois, quis repetir
na tentativa de reviver o gosto do leite com o café pingado
e, ao mesmo tempo, reviver aquelas tarde de Londrina.
Tão alienada que era, acreditava, numa certeza inabalável, na vida sem frustração
ou e, principalmente, sem perdas.
Hoje tentei mais uma vez
o café quente no leite frio
e, enquanto o paladar se ajustava ao café sem açúcar
percebi, que pelo apego, saudosismo, ou o nome que se queira dar,
o que mais marcou no leite frio com o café doce
era a prosa solta, o toque, o riso com a marca simpática da infância...
Hoje, sem prosa e sem toque e sem fala e sem riso
engulo o leite frio com o café sem açúcar
e volto o olhar pra dentro de mim.
******
Saudosista?
Apegada?
Talvez...
Machucada com certeza...
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Pelo espelho
Imagem distorcida pelo outono que se foi
O espelho mostra o sonho do passado
e a realidade sorridente do presente;
sem futuro ainda,
sem expectativa;
só a hora do inverno
que chega avisando, mas sem planos.
Pelo espelho, imagem de mim, num grito mudo de saudades...
Pelo espelho o outono se foi...
E o inverno se interpõe no vento que traz doces perfumes...
É na latência da primavera que se gesta o verão
O espelho mostra o sonho do passado
e a realidade sorridente do presente;
sem futuro ainda,
sem expectativa;
só a hora do inverno
que chega avisando, mas sem planos.
Pelo espelho, imagem de mim, num grito mudo de saudades...
Pelo espelho o outono se foi...
E o inverno se interpõe no vento que traz doces perfumes...
É na latência da primavera que se gesta o verão
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Homem forte
E o homem forte chorou...
Lágrimas verdadeiras.
Como criança, ele chorou.
Todos viram
Ninguém falou...
O poder da máquina enervou o sangue do homem forte.
A noite que sempre acalmou
hoje estraçalhou o nervo.
O jornal que sempre acolheu
hoje foi jogado no chão.
A tosse seca,
óculos pesando as rugas,
bigode aumentando o formato da boca.
Ninguém o ajudou...
O cigarro barato, no cinzeiro sujo;
a televisão ligada, falando sozinha...
O homem forte.
O homem sério.
O homem tudo...
Perdeu-se na amplidão do nada
E chorou...
Lágrimas verdadeiras.
Como criança, ele chorou.
Todos viram
Ninguém falou...
O poder da máquina enervou o sangue do homem forte.
A noite que sempre acalmou
hoje estraçalhou o nervo.
O jornal que sempre acolheu
hoje foi jogado no chão.
A tosse seca,
óculos pesando as rugas,
bigode aumentando o formato da boca.
Ninguém o ajudou...
O cigarro barato, no cinzeiro sujo;
a televisão ligada, falando sozinha...
O homem forte.
O homem sério.
O homem tudo...
Perdeu-se na amplidão do nada
E chorou...
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Mesmo que...
Mesmo que o coração derrame em vertentes poderosas, as águas salgadas da dor;
Mesmo que a mente se recuse a aceitar o choque de uma realidade nem sonhada;
Mesmo que cada músculo, cada célula do corpo estejam paralisados, quase estagnados pela surpresa ingrata do momento;
Mesmo que não haja mais motivos nem vontades...
É possível ainda sorrir,
e aquietar a mente
e massagear o músculo e revigorar a célula
e serenar
e regar a vida
e comemorar o sol, a flor, o pássaro, o encanto do céu
e consertar o coração
e acordar...
Há um lindo sol borbulhando luzes em algum lugar escondido da lembrança.
Mesmo que a mente se recuse a aceitar o choque de uma realidade nem sonhada;
Mesmo que cada músculo, cada célula do corpo estejam paralisados, quase estagnados pela surpresa ingrata do momento;
Mesmo que não haja mais motivos nem vontades...
É possível ainda sorrir,
e aquietar a mente
e massagear o músculo e revigorar a célula
e serenar
e regar a vida
e comemorar o sol, a flor, o pássaro, o encanto do céu
e consertar o coração
e acordar...
Há um lindo sol borbulhando luzes em algum lugar escondido da lembrança.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Fazer de novo
Faço-me caminhante, caminho e destino.
Caminhante de ruas conhecidas
ou de estradas ainda não percorridas
só vistas na imaginação de noites insones.
Faço-me destino na tentativa utópica de dias perfeitos.
Faço-me carro na hora da pressa
e lembrança na hora da saudade.
Faço-me mão e companhia para o descanso.
Faço-me ouvidos para a história contada.
Às vezes, faço-me sonho e então, me faço sofá.
Mas já me desfiz em angústias, tristezas
e em preocupação.
Já me desfiz também, de algumas esperanças por constatar que muitas coisas não mudam.
Já me desfiz em lágrimas e hoje me faço aceitação.
Caminhante de ruas conhecidas
ou de estradas ainda não percorridas
só vistas na imaginação de noites insones.
Faço-me destino na tentativa utópica de dias perfeitos.
Faço-me carro na hora da pressa
e lembrança na hora da saudade.
Faço-me mão e companhia para o descanso.
Faço-me ouvidos para a história contada.
Às vezes, faço-me sonho e então, me faço sofá.
Mas já me desfiz em angústias, tristezas
e em preocupação.
Já me desfiz também, de algumas esperanças por constatar que muitas coisas não mudam.
Já me desfiz em lágrimas e hoje me faço aceitação.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Encanto e desencanto
Encanto-me, às vezes, com coisas simples até...
O cuidado canino nas lambidas do companheiro;
a gérbera que desabrochou linda, mas faltando um pedaço da pétala;
nos botões minúsculos da flor de maio que se tornam perfeitas em poucos dias;
Encanto-me com pessoas, com olhares sinceros, com falas mansas que dizem muito de uma vida;
com a simplicidade ingênua da criança, no riso, na gargalhada do bebê...
Encanto-me com a tecnologia tão presente que traz quem está longe num toque de botão (bendito skype!!!)
Mas às vezes perco o encanto.
As emoções às vezes me sacolejam.
Decepções têm o poder de me bambear as pernas
e eu até me recuso a andar.
Expectativas frustradas há muito me entristecem...
E ainda tem os monstros que atormentam, as sombras que invadem, as palavras não ditas...
Mas, teimosamente me reinvento
e procuro de novo o encanto no canto escuro,
no canto cantado e a toada de uma vida se faz canção novamente.
E a reinvenção de mim aparece cantando, dançando, falando e rindo... encantada...
O cuidado canino nas lambidas do companheiro;
a gérbera que desabrochou linda, mas faltando um pedaço da pétala;
nos botões minúsculos da flor de maio que se tornam perfeitas em poucos dias;
Encanto-me com pessoas, com olhares sinceros, com falas mansas que dizem muito de uma vida;
com a simplicidade ingênua da criança, no riso, na gargalhada do bebê...
Encanto-me com a tecnologia tão presente que traz quem está longe num toque de botão (bendito skype!!!)
Mas às vezes perco o encanto.
As emoções às vezes me sacolejam.
Decepções têm o poder de me bambear as pernas
e eu até me recuso a andar.
Expectativas frustradas há muito me entristecem...
E ainda tem os monstros que atormentam, as sombras que invadem, as palavras não ditas...
Mas, teimosamente me reinvento
e procuro de novo o encanto no canto escuro,
no canto cantado e a toada de uma vida se faz canção novamente.
E a reinvenção de mim aparece cantando, dançando, falando e rindo... encantada...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
2011
Caminho vagarosa por 2011 ainda ouvindo o eco dos passos de 2010...
Tinha sons
Tinha sino dos ventos na janela
Tinha filtro dos sonhos no teto
Tinha risos e piadas...
às vezes até confundo os meses
e não me lembro de outubro...
Ciclos se fecharam- alguns definitivos, outros pontilhados - em outubro
e depois embolou
Lutos e perdas precisando de elaboração
e outubro passou...
Hoje, os dias de 2011 são peças combinadas e ajuntadas com perfeição formando desenhos do presente no quebra-cabeça do "destino"...
O solo está sendo pavimentado, formado e concluído
...é só caminhar por ele...
Tinha sons
Tinha sino dos ventos na janela
Tinha filtro dos sonhos no teto
Tinha risos e piadas...
às vezes até confundo os meses
e não me lembro de outubro...
Ciclos se fecharam- alguns definitivos, outros pontilhados - em outubro
e depois embolou
Lutos e perdas precisando de elaboração
e outubro passou...
Hoje, os dias de 2011 são peças combinadas e ajuntadas com perfeição formando desenhos do presente no quebra-cabeça do "destino"...
O solo está sendo pavimentado, formado e concluído
...é só caminhar por ele...
E a angústia da dor se foi...
E seu suspiro se foi...
O último
E a primavera ainda nem tinha chegado...
Aos poucos seu brilho se foi
e ficamos nós
nos seus pedaços deixados
à procura do olhar, da mão, do consolo, do abraço...
A noite se fez rápido
e, agora, custa a passar
e no escuro me lembro de você
Sem sono, sem sonho
E você se foi... silenciosa no último suspiro
Saudades, MÃE...
(Em 20/09/10)
E seu suspiro se foi...
O último
E a primavera ainda nem tinha chegado...
Aos poucos seu brilho se foi
e ficamos nós
nos seus pedaços deixados
à procura do olhar, da mão, do consolo, do abraço...
A noite se fez rápido
e, agora, custa a passar
e no escuro me lembro de você
Sem sono, sem sonho
E você se foi... silenciosa no último suspiro
Saudades, MÃE...
(Em 20/09/10)
Quando e se...
Quando e se as imagens do passado arrombarem as portas do presente;
e os fatos vividos forem mais interessantes que o hoje
Quando e se não houver mais nada,
Mais nada para se preocupar, mais nada para pensar
a não ser a monotonia de horas lentas, arrastadas, horas mornas na lembrança;
Quando a fala ficar pastosa
e o olhar perdido em nítida lembrança
Quanda não importar mais se há chuva, ou o sol, ou o frio
e se a memória fraquejar, não se fixando na roupa, no fato de ontem ou no almoço já servido...
Deixe-se ficar no canto conhecido - mesmo que seja o canto da saudade;
com a música tocada e entoada embalando o sono
povoado de sonho tão conhecido e não vivido;
Segure uma mão qualquer, aperte
e deixe-se levar nas espumas do esquecimento
nos acenos de adeus.
Durma... só durma...
(Em 15/04/11)
e os fatos vividos forem mais interessantes que o hoje
Quando e se não houver mais nada,
Mais nada para se preocupar, mais nada para pensar
a não ser a monotonia de horas lentas, arrastadas, horas mornas na lembrança;
Quando a fala ficar pastosa
e o olhar perdido em nítida lembrança
Quanda não importar mais se há chuva, ou o sol, ou o frio
e se a memória fraquejar, não se fixando na roupa, no fato de ontem ou no almoço já servido...
Deixe-se ficar no canto conhecido - mesmo que seja o canto da saudade;
com a música tocada e entoada embalando o sono
povoado de sonho tão conhecido e não vivido;
Segure uma mão qualquer, aperte
e deixe-se levar nas espumas do esquecimento
nos acenos de adeus.
Durma... só durma...
(Em 15/04/11)
Contas
Faço de conta que a distância é curta
e que a separação é temporária
e que a ausência não será sentida, visto ser provisória...
Faço de conta que em breve estaremos juntas
e que você virá p o almoço de domingo
e que seu riso vai iluminar a manhã...
faço de conta que conto as horas...
E de conta em conta, escrevo o conto do encontro
e, que , estando juntas,
coração amenizado, o peito sereno,
deixe de derramar as saudades em lágrimas,
como no conto, que de tanto contar os dias é só mais uma conta...
E eu faço de conta...
(Portugal, 30/08/2010)
e que a separação é temporária
e que a ausência não será sentida, visto ser provisória...
Faço de conta que em breve estaremos juntas
e que você virá p o almoço de domingo
e que seu riso vai iluminar a manhã...
faço de conta que conto as horas...
E de conta em conta, escrevo o conto do encontro
e, que , estando juntas,
coração amenizado, o peito sereno,
deixe de derramar as saudades em lágrimas,
como no conto, que de tanto contar os dias é só mais uma conta...
E eu faço de conta...
(Portugal, 30/08/2010)
Em Portugal
Acordes solitários para ouvidos desatentos
Passos pisados em solo melancólico, histórico e conhecido
Olhos fechados para um mundo de cores e abertos para alma
"Olhos de ver" o que realmente importa para as emoções
E o vento
E o ar de verão
E a brisa morna não trazem refrigério para as angústias repetidas
Mar de muitas viagens
Pedras de muitas vidas
Silêncio contido e represado na alma
Luzes mostrando nostalgia no olhar
E o som se perde no barulho da noite...
(Em Portugal - 28/08/10)
Passos pisados em solo melancólico, histórico e conhecido
Olhos fechados para um mundo de cores e abertos para alma
"Olhos de ver" o que realmente importa para as emoções
E o vento
E o ar de verão
E a brisa morna não trazem refrigério para as angústias repetidas
Mar de muitas viagens
Pedras de muitas vidas
Silêncio contido e represado na alma
Luzes mostrando nostalgia no olhar
E o som se perde no barulho da noite...
(Em Portugal - 28/08/10)
domingo, 22 de maio de 2011
Domingo com encanto
Falar e ver...
Curtir seu sorriso e te fazer rir e me fazer rir também...
A noite já apareceu mas as estrelas de vocês pemanecem durante o dia... e durante a semana e durante os dias que estamos tão próximos e tão distantes...
Emoção pura curtida à distância...
Obrigada por tudo isso...
Sinto saudades e amo vocês
Curtir seu sorriso e te fazer rir e me fazer rir também...
A noite já apareceu mas as estrelas de vocês pemanecem durante o dia... e durante a semana e durante os dias que estamos tão próximos e tão distantes...
Emoção pura curtida à distância...
Obrigada por tudo isso...
Sinto saudades e amo vocês
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